Usuários do Brave aumentam 130% em 1 ano

Navegador Brave

A dominação do navegador Chorome da gigante global de tecnologia Google, que atualmente é o mais utilizado no mundo, pode estar com o seu reinado ameaçado.

Isso porque o Brave vem crescendo no mercado. Uma prova desse fato, é que o navegador atingiu recentemente um marco importante: chegou a 20 milhões de usuários ativos mensais.

No mesmo período do ano passado, eram 8,7 milhões de usuários. Portanto, um crescimento de quase 130%.

Número de criadores de conteúdo também cresceu

Além do aumento de usuários ativos, também houve um crescimento no número de criadores de conteúdo na plataforma Brave. Em 2019 eram 300 mil criadores de conteúdo, agora, são quase 1 milhão.

Dessa forma, o navegador com foco na privacidade já está entre os 10 principais navegadores do mundo.

Entretanto, ele é o único que recompensa seus usuários pela visualização de anúncios usando seu Basic Attention Token (BAT).

Além de receber em criptomoedas por navegar no Brave, o usuário também pode optar por distribuir seus tokens aos criadores de conteúdo na web, como uma forma de recompensa.

Ao todo, os usuários já pagaram um total de 26 milhões de BAT aos criadores de conteúdo desde o início do projeto.

Brave é baseado no Chromium

O Brave é um navegador baseado no Chromium, a mesma base de código (software) dos navegadores Chrome do Google e Edge da Microsoft.

Isso significa que as extensões do navegador Chrome funcionam no Brave também, ajudando a remover as barreiras de adoção. Além disso, o Brave oferece, pelo menos diz oferecer o aos seus usuários, maior privacidade do que os demais navegadores amplamente utilizados atualmente.

Nesse sentido, a empresa já chegou a pedir às autoridades que tomem medidas contra gigantes da tecnologia que podem estar abusando de seu poder em detrimento dos usuários.

Vários processos etão em andamento com assuntos relacionados à questão de privacidade dos usuários, mas esses processos não deve seguir adiante e penalizar os gigantes da internet. Isso porque as empresas já respondem por ações semelhantes em outros processos judiciais.